Quem somos
A foz Rio do Amazonas é um território de encontros: de águas, de biodiversidade e também de pessoas que, juntas, constroem a ciência por meio de rede de pesquisadores e pesquisas colaborativas.
O Observatório para a Foz do Rio Amazonas, em inglês Network – Amazon River Mouth Observatory (ARMO), é formado por uma equipe multidisciplinar, envolvendo pesquisadores, técnicos, colaboradores, estudantes de graduação e pós-graduação de diversas instituições do Brasil e do exterior.
O projeto é liderado pela Universidade Federal do Pará (UFPA), sob a coordenação do Prof. Dr. Nils Edvin Asp Neto, tendo como instituições parceiras, Universidade Federal Rural da Amazônia (UFRA), Universidade Federal do Amapá (UNIFAP), Museu Paraense Emílio Goeldi (MPEG), Universidade Federal do Maranhão (UFMA), Universidade do Estado do Amapá (UEAP), Universidade Federal do Sul e Sudeste do Pará (UNIFESSPA), Universidade Federal do Oeste do Pará (UFOPA), EMBRAPA Amazônia Oriental, Instituto de Pesquisas Científicas e Tecnológicas do Estado do Amapá (IEPA), Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Pará (IFPA), Universidade da Amazônia (UNAMA), Escola Municipal de Ensino Fundamental Francisco Nunes, Universidade de São Paulo (USP), por meio do Centro de Estudos da Amazônia Sustentável (CEAS), Universidade Estadual do Norte Fluminense (UENF), Universidade Federal do Ceará (UFC), Universidade Estadual Paulista (UNESP), Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP), Universidade Federal de Sergipe (UFS), Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais (PUC-MG), Universidade Federal Fluminense (UFF), Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF), University of Washington (Estados Unidos), University of Oldenburg (Alemanha), University of Salford (Reino Unido), University of Liverpool (Reino Unido), Bangor University (País de Gales), Instituto de Ciencias del Mar (Espanha) e Universitat Politècnica de Catalunya (Espanha).
Com diferentes formações, experiências e perspectivas, compartilhamos o propósito de fazer ciência a partir de soluções colaborativas de pesquisa, buscamos promover o diálogo com as comunidades locais e contribuir para o desenvolvimento das ações que dão vida a esta iniciativa.
O observatório surge para integrar esforços acumulados ao longo de mais de 25 anos de pesquisa, reunindo cerca de 120 pesquisadores e dezenas de instituições, nacionais e internacionais, com foco em sete grandes eixos:
- Dinâmica e transporte de sedimentos, nutrientes e poluentes;
- Biodiversidade aquática e bentônica;
- Recursos pesqueiros e sustentabilidade da pesca;
- Manguezais e sequestro de carbono;
- Saúde ambiental e contaminação;
- Mudanças climáticas, vulnerabilidade e resiliência;
- Inclusão de atores sociais e divulgação da ciência.
O projeto busca não apenas avançar no conhecimento científico, mas também contribuir para o uso sustentável dos recursos naturais, a formulação de políticas públicas e o fortalecimento das populações tradicionais da região.
Conheça os membros do Comitê Gestor do Observatório e suas trajetórias acadêmicas e profissionais, essenciais para o desenvolvimento das atividades propostas.
